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#TempoParaViver: o cancro da mama na primeira pessoa
No Mês de Sensibilização para o Cancro da Mama, três mulheres partilham uma mensagem de esperança, o seu olhar sobre os desafios que a vida coloca e a forma como olham de frente para o tempo e constroem um dia-a-dia feliz. O testemunho de Sandra Lucas, Cristina Filipe Nogueira e Ana Santos Cardoso, numa conversa breve e informal com as bloggers Margarida Almeida (Style It Up), Ana Gomes (A Melhor Amiga da Barbie) e Rita Ferro Alvim (Socorro… Sou Mãe!) integra a campanha #TempoParaViver, uma iniciativa da Novartis, que conta com o envolvimento das Associações de Doentes Evita e Amigas do Peito, inserida na campanha internacional #MyTimeOurTime cujo objetivo é dar voz às mulheres portuguesas com cancro da mama.
“Aproveito muito melhor o tempo desde que descobri esta doença”
Para Sandra Lucas, o segredo para viver com o diagnóstico de cancro da mama é aceitar, manter um espírito positivo e retirar ensinamentos. Aproveita o tempo ao máximo, aprendeu a dançar e todos os anos faz uma viagem. Vê este desafio como uma oportunidade de ser um exemplo para a sua filha, e de lhe mostrar que a vida é feita de conquistas e de aprendizagens.
Passamos a valorizar cada minuto da nossa vida. Há sempre aqui um ganho. Porque há pessoas que vivem a achar que vão viver eternamente e têm sempre tempo para fazer tudo. Eu não. Eu rentabilizo cada segundo.
“Os dias são vividos e aproveitados de forma intensa”
O diagnóstico de cancro da mama foi, para Cristina Filipe Nogueira, um choque. Mas rapidamente interiorizou e enfrentou o desafio. Assegura continuar a ser a mesma pessoa e a fazer quase tudo o que fazia antes. Com um filho pequeno, preocupa-se em criar-lhe memórias, e em aproveitar todos os dias de uma forma intensa. Porque o tempo não foi feito para se lamentar.
A única coisa boa que ter uma doença oncológica nos faz é precisamente essa consciência que passamos a ter da nossa finitude, e portanto da tentativa de aproveitar ao máximo cada dia que temos.
“O tempo passou a ter outra importância na minha vida”
Ana Santos Cardoso teve dificuldade em aceitar a doença, mas conseguiu ultrapassar essa fase dando resposta à sua imensa vontade de ver e fazer ainda muitas coisas. Com a certeza de que o tempo pode ser limitado, vai aproveitá-lo de forma muito mais intensa. Cada minuto, cada segundo. Porque o tempo é um bem muito precioso, e não volta atrás.
Atualmente sou mais tolerante, mais paciente, dou menos importância às coisas que me chateiam no dia-a-dia e tenho muito mais vontade de viver.
Saiba mais sobre a campanha #TempoParaViver aqui.


